Como identificar possíveis problemas auditivos em bebes

Como identificar possíveis problemas auditivos em bebes

Neste artigo, vamos explicar como identificar possíveis problemas auditivos em bebês, de modo a estimular o diagnóstico precoce. Este cuidado é imprescindível para o desenvolvimento cognitivo saudável da criança.

Quando identificado precocemente, os problemas auditivos recebem um acompanhamento mais eficaz, permitindo o desenvolvimento de aspectos importantes ao convívio social da criança. Continue a leitura para saber mais.

Como identificar possíveis problemas auditivos em bebês?

Desde 2010, o teste da orelhinha (triagem auditiva neonatal) é obrigatório nas maternidades. Este teste, de baixa complexidade, permite o rápido encaminhamento do bebê a um otorrinolaringologista que dará início ao tratamento dos possíveis problemas auditivos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 60% dos problemas auditivos severos em bebês podem ser prevenidos. O diagnóstico precoce, antes dos 2 anos de idade, tem como objetivo evitar barreiras para o desenvolvimento da fala que vai, consequentemente, impactar nas demais áreas da vida da criança.

No ambiente doméstico também é possível identificar possíveis problemas auditivos em bebês. Alguns sinais, por exemplo, a ausência de estímulos ao ouvir a voz dos pais entre os 3 e 4 meses de idade devem ser encarados como um alerta. E também:

• Ausência de estímulo a barulhos;
• Ausência de riso social (sorrir ao ouvir os pais e conhecidos);
• Não atende ao ser chamado;
• Não há a tentativa de fala.

Ao perceber os sinais, busque o auxílio de um otorrinolaringologista.

Testes auditivos em bebês
Caso o bebê seja reprovado no teste da orelhinha, é realizada a repetição do teste. Dado o segundo resultado negativo, o bebê será encaminhado para a realização do PEATE (Potencial Evocado Auditivo do Tronco Cerebral) ou BERA, sigla em inglês.

Para a identificação de problemas auditivos decorrentes de fatores genéticos (surdez hereditária), também é feito o PEATE. Estima-se que a cada mil nascimentos, quatro bebês apresentam algum tipo de problema auditivo.

Os possíveis problemas auditivos em bebês são ocasionados por surdez hereditária, já mencionada anteriormente, infecções da mãe durante a gestação (toxoplasmose, por exemplo), malformação congênita, uso excessivo de antibióticos em fase prematura, entre outros.

Tratamento de problemas auditivos em bebês

O tratamento pode ser realizado por meio de um implante coclear (unilateral ou bilateral) ou pelo uso de aparelho de amplificação sonora individual (AASI). O primeiro caso é indicado para tratar perda auditiva severa ou na inadaptação do uso do AASI.

O ASSI, por sua vez, pode ser utilizado a partir dos seis meses de idade. Independentemente do grau de surdez, a reabilitação fonoaudiológica será necessária para a devida adaptação do bebê à medida de seu desenvolvimento.

Como visto, identificar possíveis problemas auditivos em bebês pode ser um desafio, por isso é de extrema importância a realização do teste da orelhinha nas 72h após o nascimento. Os cuidados precoces também irão auxiliar na manutenção de um tratamento mais efetivo.

Quando tratados, os problemas auditivos em bebês não impedem a sociabilização e o desenvolvimento saudável de outros aspectos cognitivos. A criança ficará apta a ter uma rotina normal de brincadeiras e muito aprendizado.

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